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Covid-19

Tempo de leitura: 3 min.
Atualizado em: 14/08/2023
covid - Dra Thais Leibel

A Covid-19 é uma doença preocupante porque é altamente transmissível e algumas pessoas desenvolvem sintomas muito graves. Além disso, existe o risco de complicações e sequelas.

O que é Covid-19?

A Covid-19 é um tipo de infecção provocada por um dos vírus da família Coronaviridae, o SARS-CoV-2, que é o sétimo tipo de coronavírus conhecido capaz de infectar seres humanos.

Essa infecção respiratória tem caráter agudo e é considerada potencialmente grave. Algumas pessoas podem desenvolver a forma mais branda da doença, enquanto outras desenvolvem sintomas intensos. 

Essa variação pode estar relacionada tanto com a suscetibilidade orgânica quanto com problemas pré-existentes e até mesmo em função do subtipo do vírus. Afinal o SARS-CoV-2 é capaz de sofrer mutações e algumas cepas podem ser mais perigosas do que outras. A infecção é altamente transmissível e é de distribuição global.

Quais são os sintomas de Covid-19?

Uma das características da Covid-19 é a variação das suas manifestações. Como dito, a doença pode ser mais ou menos grave em cada situação. Por isso, existem casos de pessoas que não desenvolvem nenhum tipo de sintoma, outras precisam de tratamentos intensivos. As manifestações também podem ser mais ou menos comuns. 

Sintomas leves e comuns:

  • febre;
  • cansaço;
  • tosse seca.

Sintomas leves e menos comuns:

  • nariz entupido;
  • perda de olfato e/ou paladar;
  • dor de garganta;
  • dores musculares;
  • dores nas juntas;
  • dor de cabeça;
  • conjuntivite;
  • lesões na pele;
  • diarreia;
  • tontura;
  • calafrio;
  • náusea ou vômito;
  • fadiga;
  • fraqueza;
  • secreção nasal;
  • cansaço.

Sintomas graves:

  • febre alta;
  • tosse intensa;
  • falta de ar;
  • dificuldade para respirar;
  • dor no peito;
  • lábios ou face azulados.

Sintomas mais raros:

  • confusão;
  • irritabilidade;
  • ansiedade;
  • distúrbio do sono;
  • depressão;
  • redução do estado de consciência, com possível convulsão.

Vale ressaltar que a Covid-19 pode gerar complicações e deixar sequelas, como:

  • inflamação no cérebro;
  • danos aos nervos;
  • insuficiência respiratória;
  • coágulos sanguíneos;
  • insuficiência de múltiplos órgãos;
  • infecção generalizada;
  • síndrome do desconforto respiratório agudo;
  • síndrome inflamatória grave.

Por causa dessas complicações, a Covid-19 pode levar a óbito.

Como a covid-19 é tratada? 

O tratamento da Covid-19 é feito com o objetivo de controlar sintomas. A maioria dos pacientes (cerca de 80%) conseguem se recuperar da doença sem a necessidade de tratamento hospitalar. Nesses casos mais leves, o repouso e medicamentos de ingestão oral ajudam aliviar os sintomas para que o próprio organismo consiga combater o vírus.

Nos casos mais graves, quando existe falta de ar, dificuldade para respirar ou dor no peito, por exemplo, é recomendado fazer a internação do paciente para que ele possa ser monitorado. Em situações ainda mais severas, a ventilação mecânica é importante e medicamentos são administrados com o objetivo de controlar sintomas e evitar as complicações que a doença pode causar.

Assim, o protocolo varia conforme a necessidade do paciente e de acordo com o modo como seu quadro evolui.

Como se prevenir contra a Covid-19?

A transmissão do coronavírus acontece assim como a de outros vírus que afetam o sistema respiratório. O contato com saliva, catarro ou gotículas que são expelidas durante a fala, o espirro ou tosse pode transmitir o vírus. Esse contato pode acontecer até mesmo pelo ar, ao inspirar partículas menores chamadas de aerossóis.

As mãos podem levar o vírus até as portas de entrada do organismo, que são o nariz, a boca e os olhos. Isso acontece pelo contato com uma pessoa infectada, como durante um aperto de mão, ou o contato com superfícies e objetos contaminados.

Por isso, para se prevenir, é muito importante o uso da máscara e também manter distância de outras pessoas, sendo no mínimo 1 metro. As mãos devem ser constantemente higienizadas e deve-se evitar tocar os olhos, o nariz ou a boca.

Devem ser evitados contatos como os apertos de mão, os abraços e os beijos, evitar aglomerações e higienizar objetos antes de usar.

Ao tossir ou espirrar, é importante levar um lenço de papel ao rosto para cobrir o nariz e a boca, e descartar logo em seguida. Se não for possível usar o lenço, deve ser utilizado o antebraço para conter as gotículas, nunca a mão.

Todas essas medidas contribuem para evitar o contato com o vírus, mas é muito importante tomar a vacina, que hoje é o principal meio de evitar o desenvolvimento das formas mais graves da doença, a necessidade de hospitalizações e reduzir o risco de óbito.

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Dra Thais Leibel
CRM: 178857
RQE: 65.425 - Clínica médica | 73.219 - Pneumologia
Especializada em Doenças Pulmonares Obstrutivas pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

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